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Desemprego em abril fica em 5,8% e bate novo recorde positivo
Na indústria, o emprego mostrou estabilidade em fevereiro sobre janeiro, porém recuou 1,2% na comparação com o mesmo mês de 2012
23/05/2013


Enquanto a crise do capitalismo internacional leva os países do bloco europeu e da América do Norte à crise social mais aguda desde a Segunda Guerra Mundial, o Brasil o nível de desemprego, em abril, chegou a 5,8% (1,4 milhão de pessoas) nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada nesta quinta-feira aponta que houve estabilidade tanto em relação a março (5,7%) quanto a abril do ano passado (6%). Este é o menor percentual para o mês de março em 11 anos, com a taxa de desemprego batendo novamente um recorde para o mês desde o início da série do IBGE, em 2002.

A população ocupada (22,906 milhões de pessoas) também não se alterou significativamente nas duas comparações. O número de trabalhadores com Carteira de Trabalho assinada no setor privado ficou praticamente estável (11,452 milhões de pessoas), ao registrar alta de 0,1% em relação a março passado. Em comparação com abril de 2012, o crescimento alcançou 3,1% – mais 342 mil postos de trabalho com carteira assinada em um ano. Ainda assim, segundo o coordenador de trabalho e rendimento do Instituto, Cimar Azeredo Pereira, o país dispõe de “um mercado de trabalho neste ano com menos força do que em 2012″. O quadro do mercado de trabalho mostra que “a atividade econômica não tem contratado”, acrescentou.

Ainda segundo o IBGE, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.862,40) manteve-se sem variação significativa (-0,2%) na comparação com março e cresceu 1,6% na comparação com abril de 2012. Já a massa de rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 43 bilhões) não variou em abril e, na comparação com março, cresceu 2,4% em relação a abril do ano passado. A Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE é feita nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Europa em crise

Na Itália, milhões de pessoas não conseguem mais pagar a calefação dos seus lares nem comer carne, e o número de pessoas consideradas gravemente carentes dobrou nos últimos dois anos, num reflexo da recessão e do desemprego que assolam o país, segundo relatório anual do Instituto Nacional de Estatística (Istat). A Itália é o país europeu onde uma maior parcela dos jovens nem estuda nem trabalha (23,9%), segundo o relatório. No sul, região mais pobre do país, um em cada três italianos de 15 a 29 anos se enquadra nesse grupo. O número de pessoas vivendo em famílias consideradas seriamente carentes dobrou nos últimos dois anos, chegando a 8,6 milhões, ou 14% da população, segundo o Istat.

Famílias que cumprem mais de quatro entre nove indicadores de pobreza são consideradas seriamente carentes. Isso inclui não poder pagar adequadamente a calefação, o que atingiu um quinto das pessoas em 2012, o dobro do que era em 2010, segundo o relatório. O percentual de italianos em famílias incapazes de consumirem uma refeição rica em proteínas (como carne) a cada dois dias subiu de 6,7% em 2010 para 16,6%. Mais de 50% foram incapazes de viajar por pelo menos uma semana nas férias no último ano, disse o Istat, e a cifra chega a 69% no sul. Cerca de 14,9 milhões de pessoas, ou um quarto dos 61 milhões de italianos, vivem em famílias que preenchem três dos critérios de pobreza do Istat.

Apenas 57,6% dos jovens formados nos últimos três anos estão empregados, o que é abaixo da média europeia, de 77,2%, segundo os dados. O poder de compra dos italianos caiu 4,8% no ano passado, um declínio “excepcionalmente forte”, causado por agressivos aumentos de impostos destinados a fortalecerem as finanças públicas, e após quatro anos de reduções menores, segundo o Istat. O índice de poupança dos italianos, tradicionalmente alto, vem caindo constantemente, e já está abaixo da França e Alemanha. Também nesse quesito, a situação é mais preocupante no sul, segundo o relatório.

 

 

Fonte: Correio do Brasil

 

 
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