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Mais de 20 mil protestam em Porto Alegre por democracia e sem anistia
Sindicato participa de ato em defesa da democracia e sem anistia para os golpistas. Mais de 20 mil gaúchos e gaúchas realizaram um ato na Esquina Democrática e depois saíram em caminhada até o Largo Zumbi dos Palmares, no centro de Porto Alegre.
13/01/2023


Stimepa


Na segunda-feira (9), o sindicato participou do ato em defesa da democracia e sem anistia para os golpistas. Mais de 20 mil gaúchos e gaúchas realizaram um ato na Esquina Democrática e depois saíram em caminhada até o Largo Zumbi dos Palmares, no centro de Porto Alegre.

A mobilização organizada pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, com apoio das centrais sindicais, movimentos sociais e partidos de esquerda, aconteceu um dia após os ataques violentos e terroristas de bolsonaristas fascistas, que invadiram e destruíram as sedes dos três poderes neste domingo (8), em Brasília, como nunca tinha ocorrido antes na história do país.

Houve atos também atos em outros estados e em várias cidades do interior do Rio Grande do Sul, como Alegrete, Cachoeira do Sul, Camaquã, Caxias do Sul, Garibaldi, Ijuí, Lajeado, Osório, Pelotas, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Sant"Ana do Livramento e Tramandaí.

Ainda ocorreram protestos no exterior, como em Nova York (Estados Unidos), Paris (França), Berlim (Alemanha) e Lisboa (Portugal).

Os manifestantes cobraram a identificação, a responsabilização e a punição de todos os terroristas, incluindo os financiadores e as autoridades omissas e coniventes do governo do Distrito Federal. “Sem anistia e sem perdão, o povo quer Bolsonaro na prisão”, foi a palavra de ordem mais entoada.

O ato na capital gaúcha reuniu desde jovens, trabalhadores e trabalhadoras, até idosos. Todos estavam indignados diante da barbárie e selvageria dos golpistas nos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Ataque às instituições e aos poderes constituídos

O presidente da CUT-RS, Amarildo Cenci, explicou que o ato é uma resposta para dizer “não à tentativa de golpe e aos acontecimentos lamentáveis ocorridos na capital federal”.

Para ele, “foi um ataque às instituições, aos poderes constituídos, querendo uma intervenção militar, sendo que sequer os militares estão dispostos para essa aventura”. Segundo o dirigente sindical, a maioria do povo brasileiro repudiou essa ação terrorista, que não teria nenhum apoio internacional.

Amarildo ressaltou que todos estavam ali para reafirmar que o Brasil é um país de paz e de estado democrático de direito. “Precisamos retomar à normalidade, pois quem paga o preço dessa instabilidade política, que afeta outras áreas, é o povo”, advertiu.

 

Sem anistia para os golpistas

“Anistia, não; democracia, sim”, acentuou a secretária-geral da CUT-RS, Vitalina Gonçalves, salientando que “a nossa luta pela democracia é todo dia”. Ela foi uma das apresentadoras do ato.

“São fascistas, são nazistas e são terroristas”, frisou a presidente do CPERS Sindicato, Helenir Aguiar Schürer. “Nós estamos indo para as ruas porque sabemos da importância da democracia”, explicou. “São canalhas os que tentam derrubar um governo democraticamente eleito pela vontade do povo.”

“Conseguimos com pressão sobre os órgãos públicos evitar que terroristas entrassem dentro da refinaria, o que causaria um problema muito sério para os trabalhadores e trabalhadoras, para o entorno e para a população”, destacou o diretor do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro-RS) e da CUT-RS, Dari Beck Filho. “Estamos atentos e fiscalizando para garantir a segurança da operação da refinaria”, salientou.

 

Não ao golpe

“Estamos aqui mobilizados e mobilizadas contra uma tentativa de golpe praticada por terroristas, que não aceitam que este país possa ser governador por um trabalhador. São golpistas que não aceitam que o povo negro, as mulheres, os indígenas e todos os que foram esquecidos pela história oficial deste país tenham representação”, disse a primeira suplente de deputada federal Reginete Bispo (PT), que vai assumir o mandato em fevereiro diante da posse do deputado Paulo Pimenta (PT) como ministro da Secretaria de Comunicações do governo Lula.

 

A deputada estadual Luciana Genro (Psol) disse que “não iremos sair das ruas, enquanto não conquistarmos o processo, o julgamento e a punição de todos os participantes, dos seus patrocinadores e do seu inspirador maior, que é Bolsonaro, que precisa ser extraditado, julgado e preso no Brasil”.

A parlamentar enfatizou que está sendo apurado quem são os financiadores dos atos de domingo e que há possíveis indícios. “Nós soubemos que têm empresas patrocinando quem foi a Brasília e não é difícil identificá-las, porque os veículos para circular precisam de nota fiscal. Alguém pagou por esse transporte e essa será a primeira pista que a Polícia Federal vai investigar para descobrir quem está por trás desses atos”, ressaltou a parlamentar.

Houve ainda manifestações da CTB, Intersindical, CSP-Conlutas, Fórum Sindical e Popular e sindicatos, além de PSB, PCdoB, PV, PSTU, UP, movimentos sociais e da juventude.

 
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