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Fiergs projeta alta de 1,8% do PIB gaúcho em 2020
A economia gaúcha subiu 1,1% em 2018, e 1,8% em 2017
04/12/2019




 A economia gaúcha terá alta de 1,8% em 2020, levemente abaixo da projeção para o Brasil, apontou nesta terça-feira (3) a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), ao lançar o panorama da atividade para o próximo ano e a análise do desempenho deste ano.
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve subir 1,8%. Já no fechamento de 2019, a Fiergs indica uma inversão, esperando que o Rio Grande do Sul encerre o ano melhor, com crescimento de 2,6%. Já o País deve terminar 2019 com alta de 1,1%. A economia gaúcha subiu 1,1% em 2018, e 1,8% em 2017, segundo o Departamento de Economia e Estatística (DEE), ligado ao governo estadual e que sucedeu a Fundação de Economia e Estatística (FEE), que foi extinta.
Segundo a federação, maior produtividade da safra de grãos gaúcha (alta de 6,1%) frente à nacional (3,8%) e maior produção de veículos (21%) local no primeiro semestre, enquanto a indústria brasileira teve retrospecto pior, embasam a diferença de desempenho.
A projeção setorial indica que serviços terá maior alta, de 2%, seguida pela indústria de transformação, de 1,4% e pela agropecuária, de 1,2%, no cenário base desenhado pela Fiergs. Em 2019, a expectativa é que o setor primário feche com avanço de 6,2%, a indústria de 2,8% e os serviços, de 2%.
Uma questão que deve melhorar a economia no próximo ano, ressalta o economista chefe da Fiergs, André Nunes de Nunes, é a retomada da confiança do consumidor que hoje vê o sinal "amarelo". O economista chefe admite que 2019 frustrou as expectativas dos economistas, que esperavam um PIB nacional de 2%.
Nunes observa que o cenário de uma melhora na atividade, porém mais lenta, explica-se, entre outros fatores, porque a economia passa por uma transformação, aliviando o peso do setor público e tendo um maior protagonismo do setor privado. O presidente da Fiergs, Gilberto Petry, defende que o Brasil tem potencial para crescer até 4% ao ano.
Sobre a possibilidade de Trump taxar o aço brasileiro, Petry, argumentou que o presidente da maior economia do mundo "está olhando os eleitores dele, que querem recuperar empregos que estavam sendo perdidos". O dirigente afirma que não está decidido como e quando essa taxação será feita, "e Trump já voltou atrás em algumas decisões no passado, então é melhor esperar". No entanto, Petry admite que, se houver esse ônus, implicará impactos no setor produtivo brasileiro.
Nunes apontou que o dólar deve fechar o ano a R$ 4,15 e, em 2020, a R$ 4,19. Mas Nunes pondera que é difícil precisar o comportamento da moeda norte-americana, que vem tendo elevação recente e gerado críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de "desvalorização artificial do real". "Deus inventou o câmbio para humilhar os economistas", brincou o economista.

Fonte: JC

 
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