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CUT-RS e centrais lançam abaixo-assinado para pressionar deputados contra reforma da Previdência
Reforma da Previdência NÃO
04/04/2019




A CUT-RS e centrais sindicais se reuniram ao meio dia desta quarta-feira (3), no Largo Glênio Peres, no centro de Porto Alegre, e lançaram no Rio Grande do Sul o abaixo-assinado contra a reforma da Previdência do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Enquanto dirigentes sindicais se revezavam no microfone chamando a população a assinar, dezenas de pessoas se aproximavam da barraca da CUT, chegando a formar uma fila, para escrever o seu nome na lista de adesões.

A coleta de assinaturas continuará sendo feito no mesmo local, em sistema de rodízio diário entre as centrais. Além disso, os sindicatos e os movimentos sociais também passarão a buscar adesões nos locais de trabalho e nas praças, bem como no ato unitário de 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador.

Na segunda quinzena de maio, as assinaturas recolhidas em todo o Brasil serão entregues pelas centrais ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), como forma de pressionar os parlamentares a votarem contra essa reforma, que não acaba com privilégios, mas acaba com o direito à aposentadoria de milhões de trabalhadores e trabalhadoras.

O lançamento contou com a participação de dirigentes da CUT, CTB, Intersindical, CSP-Conlutas, UGT, Nova Central, Força Sindical, CGTB e Pública, além de representantes da Frente Brasil Popular e da Frente Povo Sem Medo.

As centrais também distribuíram materiais explicativos sobre os principais pontos da proposta do governo, que atende somente aos anseios do empresariado e do mercado financeiro, mas prejudica trabalhadores e aposentados, especialmente os mais pobres.

Também foi disponibilizado o acesso ao "aposentômetro", uma calculadora elaborada pelo Dieese onde o trabalhador e a trabalhadora podem comparar o tempo que falta para se aposentar pelas regras atuais e pela proposta do governo.

"Não vamos permitir este crime de lesa pátria"

O secretário-geral adjunto da CUT-RS, Amarildo Cenci, afirmou que o projeto é nefasto e pode comprometer o futuro do país, ampliando desigualdades e aprofundando o abismo social. “O regime de capitalização repassa ao sistema financeiro a aposentadoria da classe trabalhadora, quebrando a espinha dorsal de uma sociedade solidária, que é a Previdência Social. Não vamos permitir que este crime de lesa pátria seja cometido, deixando milhões na miséria e repassando milhões para os bancos”, enfatizou.

Centrais unidas

A CUT-RS e centrais sindicais se reuniram ao meio dia desta quarta-feira (3), no Largo Glênio Peres, no centro de Porto Alegre, e lançaram no Rio Grande do Sul o abaixo-assinado contra a reforma da Previdência do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Enquanto dirigentes sindicais se revezavam no microfone chamando a população a assinar, dezenas de pessoas se aproximavam da barraca da CUT, chegando a formar uma fila, para escrever o seu nome na lista de adesões.

A coleta de assinaturas continuará sendo feito no mesmo local, em sistema de rodízio diário entre as centrais. Além disso, os sindicatos e os movimentos sociais também passarão a buscar adesões nos locais de trabalho e nas praças, bem como no ato unitário de 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador.

Na segunda quinzena de maio, as assinaturas recolhidas em todo o Brasil serão entregues pelas centrais ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), como forma de pressionar os parlamentares a votarem contra essa reforma, que não acaba com privilégios, mas acaba com o direito à aposentadoria de milhões de trabalhadores e trabalhadoras.

Reforma 6

O lançamento contou com a participação de dirigentes da CUT, CTB, Intersindical, CSP-Conlutas, UGT, Nova Central, Força Sindical, CGTB e Pública, além de representantes da Frente Brasil Popular e da Frente Povo Sem Medo.

As centrais também distribuíram materiais explicativos sobre os principais pontos da proposta do governo, que atende somente aos anseios do empresariado e do mercado financeiro, mas prejudica trabalhadores e aposentados, especialmente os mais pobres.

Também foi disponibilizado o acesso ao "aposentômetro", uma calculadora elaborada pelo Dieese onde o trabalhador e a trabalhadora podem comparar o tempo que falta para se aposentar pelas regras atuais e pela proposta do governo.

"Não vamos permitir este crime de lesa pátria"

O secretário-geral adjunto da CUT-RS, Amarildo Cenci, afirmou que o projeto é nefasto e pode comprometer o futuro do país, ampliando desigualdades e aprofundando o abismo social. “O regime de capitalização repassa ao sistema financeiro a aposentadoria da classe trabalhadora, quebrando a espinha dorsal de uma sociedade solidária, que é a Previdência Social. Não vamos permitir que este crime de lesa pátria seja cometido, deixando milhões na miséria e repassando milhões para os bancos”, enfatizou.

Amarildo1

“Assinem o abaixo-assinado, convidem os parentes e amigos para assinarem também. Busquem conhecer a barbaridade que é essa reforma, façam parte desta luta”, conclamou Amarildo.

O que diz o abaixo-assinado

“Esta Proposta de Emenda à Constituição dificulta o acesso à aposentadoria, aumenta o tempo de contribuição e de trabalho, diminui o valor dos benefícios e ameaça a existência da seguridade social (aposentadoria, benefícios da assistência social como o BPC e as políticas de saúde). Enquanto isso, a PEC 06/2019 não combate a sonegação das empresas devedoras da previdência, mantém privilégios e incentiva a previdência privada (os planos de capitalização), que só beneficiam os banqueiros”, afirma o texto.

O abaixo-assinado pede aos deputados que “votem não à PEC 06/2019”.

“Defenda a aposentadoria e a Seguridade Social do povo brasileiro”, conclui o documento.

Aposentados e pensionistas unidos na luta

Com dores nos braços, pernas e coluna, a aposentada Leonete Carboneiro carrega no corpo as marcas de uma vida árdua de trabalho. Por 35 anos trabalhou no transporte público de Porto Alegre. Hoje, com 69, conseguiu se aposentar, mas teme que esse direito já não seja garantido para as próximas gerações.

“Trabalho desde a infância e contribuí por mais de três décadas para conseguir me aposentar com o mínimo de dignidade e, agora, o Bolsonaro quer que pessoas como eu trabalhem ainda mais, mesmo com sequelas. Como farão isso?”, questionou a aposentada que também assinou o texto das centrais. “Assinei sim e, se pudesse, assinaria de novo”, destacou.

O músico aposentado Volceí Freire nunca pensou que aos 70 anos teria de defender uma aposentadoria digna. “Sempre acreditei que era um direito constitucional”, afirmou. “Essa reforma vai prejudicar uma geração inteira de jovens e tornar muito mais difícil a vida de quem já é aposentado como eu”, avaliou. “Vou falar com todo mundo que conheço e pedir para que assinem”, garantiu Freire.

Cadeirante e pensionista, João Luís Bizarro, de 40 anos, acredita que a Previdência não está falida. “É uma bobagem”, disse. Para ele, que há mais de uma década utiliza a cadeira de rodas para se locomover pelas ruas da cidade, esse discurso é mais um golpe em cima dos mais pobres.

Calendário de luta

12 de abril – aula pública, às 19h, com o ex-ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, no Teatro Dante Barone, da Assembleia Legislativa.

29 de abril – audiência pública, às 10h, com o senador Paulo Paim (PT-RS), também no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa.

1º de Maio – ato unitário das centrais no Rio Grande do Sul, com ato na Orla do Guaíba, em Porto Alegre.

Fonte: CUTRS

 
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