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Categoria pede reposição da inflação e aumento real nos salários
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01/05/2018


Campanha Salarial de 2018 começou!


  Foi dada larga de mais uma Campanha Salarial. No último dia 26 de abril, em ASSEMBLEIA GERAL, os metalúrgicos e metalúrgicas do Sindicato dos Metalúrgicos de Porto Alegre aprovaram a pauta de reivindicações da categoria, que já está nas mãos da patronal. Na ocasião, trabalhadores e trabalhadoras afirmaram o pedido de REPOSIÇÃO DA INFLAÇÃO E AUMENTO REAL nos salários, fixado em INPC + 2,5%. Para a direção do Sindicato, a campanha deste ano terá dois eixos principais: garantir ganho real à categoria e também renovar e ampliar benefícios e cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). “Desde que a Reforma Trabalhista entrou em vigor, a classe trabalhadora sofreu ataques severos do Governo Temer e é urgente que isso seja combatido unindo forças para reverter essa saqueada de direitos”, afirmou o presidente Lírio Segalla.

Em relação às mudanças na legislação trabalhista – Lei 13.467/17 -, o Sindicato irá cobrar das empresas da base comprometimento em respeitar a Constituição Federal antes de implementar qualquer mudança nas relações de trabalho. Atualmente, cerca de vinte Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIN) foram ajuizadas no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a Reforma Trabalhista, questionando pontos que ferem os princípios constitucionais, tais como o trabalho intermitente, o pagamento das custas em ações trabalhistas, os limites de indenizações em acidentes de trabalho e o fim da contribuição sindical.

Terceirização e rotatividade

Dois pontos que atingem diretamente a categoria metalúrgica são a terceirização e a rotatividade, assuntos que sempre estiveram presentes nas assembleias das portas das fábricas e que agora entram com peso na pauta da campanha. Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatísticas primeiro bimestre de 2018, as empresas metalúrgicas do Rio Grande do Sul economizaram cerca de R$ 35.294.276,00 em folha de pagamento devido à rotatividade, ou seja, demitindo e contratando com salários menores. A terceirização é bandeira de luta de outras campanhas (2016-2017). No entanto, o projeto foi aprovado e sancionado em maio do ano passado, possibilitando inclusive contratos terceirizados em atividades fim, ou seja, na atividade principal das empresas. A partir daí, a luta do Sindicato tem sido para evitar ao máximo este modelo de contratação, que precariza, sobrecarrega e não dá garantias trabalhistas, além de pagar salários abaixo da média dos cargos.

É preciso também considerar que na aprovação da Lei 13.429/17 (terceirização), o governo desengavetou um texto de 1998, ainda da era FHC, para agilizar a precarização da mão de obra dos trabalhadores (as). Tamanha agilidade, também vista na elaboração e aprovação da Reforma Trabalhista, somente comprova o descaso do governo e dos empresários - maiores interessados nas mudanças - com as relações trabalhistas e com a dignidade da classe trabalhadora. Por isso, é dever do Sindicato pautar os modelos de contrato de trabalho nocivos à categoria, cobrando comprometimento dos patrões com o bem estar, com a saúde e com a segurança daqueles que garantem aprodução e o andamento das fábricas. Esse ano a luta é pelo fim da rotatividade e aumento real nos salários. *Com informações: STIMMMEC.

Sustentação financeira

Ainda na quinta-feira, 26, os trabalhadores e trabalhadoras aprovaram a nova mensalidade, que será de 1,5%. Na ocasião, o presidente Lírio Segalla reforçou a importancia da unidade de toda a classe metalúrgica para que haja uma vitória Campanha Salarial 2018. "A conjuntura atual é a pior possível para conquista de direitos, após Reforma Trabalhista, a sustentação financeira do Sindicato é responsabilidade apenas dos associados e não podemos enfraquecer nesse momento" explica Segalla. O novo valor vigora no mês de maio de 2018.

 
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