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Manifestações e abraço ao INSS marcam dia de luta contra reforma da Previdência em Porto Alegre
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05/12/2017


Governo pretende votar reforma ainda este ano


 Brasileiros de todos os estados saíram às ruas nesta terça-feira (5) e protestaram contra a reforma da Previdência do governo ilegítimo e golpista de Michel Temer (PMDB). No final da manhã, após várias manifestações, a CUT-RS e centrais sindicais promoveram um abraço simbólico ao prédio do INSS, no centro de Porto Alegre.

Desde as 5h da madrugada, os dirigentes sindicais ergueram bandeiras, distribuíram panfletos e levantaram a voz no saguão de embarque do Aeroporto Internacional Salgado Filho para condenar as propostas que acabam com o direito à aposentadoria de milhões e milhões de trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade.

De acordo com o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo, o dia de luta contra a reforma da Previdência foi marcado para pressionar os deputados federais, para que votem contra a aprovação dessa proposta nefasta e esclarecer a população de que essa reforma não combate privilégios, mas acaba com a aposentadoria dos brasileiros. “Se eles marcarem a votação, o Brasil vai parar. São eles que vão definir o dia da greve”, garante Nespolo.

A mobilização foi definida no Rio Grande do Sul após a suspensão da greve nacional pela maioria das centrais, em função do adiamento da votação inicialmente prevista para ocorrer nesta quarta-feira (6) na Câmara dos Deputados. Este recuo do governo já é uma vitória da pressão das entidades sindicais e dos movimentos sociais contra o fim da aposentadoria e em defesa dos direitos.

“Nossa mobilização não pode parar, pois é fundamental para pressionarmos os deputados, uma vez que a maioria deles está de olho na reeleição em 2018. Por isso, continuaremos marcando na paleta quem votar contra a classe trabalhadora”, salienta Nespolo.

O dirigente da CUT-RS destaca ainda que a propaganda milionária do Temer e seus aliados na televisão é mentirosa. “A Previdência não tem déficit, como já comprovou a CPI do Senado, e os grandes setores privilegiados não estão sendo atingidos pela reforma. O objetivo deles é levar os trabalhadores para o balcão dos bancos, a fim de que comprem planos de previdência complementar. É disso que se trata”, alertou.

Antes do abraço ao INSS, houve também mobilização na Estação Rodoviária, onde agitaram bandeiras e entregaram o material unitário das centrais e movimentos sociais para a população. Depois seguiram em caminhada até o INSS.

Em dezenas de fábricas aconteceram assembleias de esclarecimento e de preparação para a greve geral. Assim como em diversas cidades do interior do Estado ocorreram atos regionais e manifestações, denunciando a reforma da Previdência do golpista Temer. Houve ainda um trancaço no Pórtico de Rio Grande, onde os trabalhadores se mobilizaram em defesa do Pólo Naval.

Além da CUT-RS, dirigentes da CTB, UGT, Nova Central, Intersindical, CSB, CGTB e CSP-Conlutas participaram das atividades.

 
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