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Com centrais unidas, metalúrgicos protestam contra as reformas de Temer
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15/09/2017


Ação do "Brasil Metalúrgico" busca revogar as novas leis trabalhistas e assegurar as convenções nas campanhas salariais


 Os metalúrgicos de todo o país foram às ruas nesta quinta-feira (14) contra as reformas trabalhistas e da Pre­vidência e a Lei da Terceirização irrestrita. O Dia Nacional de Lutas, Protestos e Greves, organizado pelo movimento Brasil Metalúrgico, reúne todas as centrais da categoria para combater os retrocessos.

Em São Paulo, a mobilização unificada se concentrou na Praça Ramos de Azevedo, em frente ao Teatro Municipal, pela manhã. Os metalúrgicos caminharam até a sede da Superintendência Regional do Trabalho, também no centro da cidade. Lá iniciaram uma coleta de assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PLIP) para a anulação da Reforma Trabalhista.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Wagner Santana, o Wagnão, a ação do movimento sindical demonstra que o setor industrial está unido, o que será positivo para a campanha salarial. "Algumas categorias já estão em campanha e é importante a união dos sindicatos, já que diante da soma da crise com as reformas, será difícil produzir acordos. A gente quer mostrar que só através de negociações saudáveis, onde os trabalhadores sintam-se contemplados, o país voltará a se desenvolver", afirma à RBA.

Segundo Wagnão, alguns retrocessos já são identificados pelo sindicato, nos quais as empresas querem retirar direitos das convenções coletivas. "No Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), há dois anos não assinamos uma convenção coletiva com eles (empresários) e já estão avisando que não assinarão nos termos que foi a última convenção."

"Queremos praticar direitos que estão consagrados há décadas, e isso estão retirando da gente. Por exemplo, a garantia para quem se acidenta no trabalho é assegurada há 20 anos e eles dizem que não assinarão a convenção se tiver essa cláusula. Então, eles estão tirando as condições para que não haja acordo", conclui Wagner.

Já o secretário-geral da CUT-SP, João Cayres, explica que a luta não pode ficar só nas ruas, mas deve ir paras as urnas. "Ano que vem tem eleição e temos que eleger parlamentares comprometidos com o projeto dos trabalhadores e que revoguem as loucuras que esse governo aprovou. A bancada ruralista disse que acha a reforma tímida, ou seja, os que estão lá querem voltar à escravidão", critica.

O discurso é reforçado pelo secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna. "Se somos minorias no Congresso, temos que redobrar isso, para que em 2018 possamos colocar mais companheiros representando nossos interesses, sem abandonar a luta de rua", contempla.

 

 
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