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Mulheres serão mais prejudicadas com reformas do governo
Organização das mulheres CUTistas é fundamental para barrar retrocessos
07/02/2017


CUT NACIONAL


 Devemos nos unir, juntar forças e lutar para impedir que retirem nossos direitos, afirmou a presidenta da CUT Santa Catarina, Anna Julia Rodrigues, no Encontro Catarinense das Mulheres CUTistas no último dia 02 que resgatou os 30 anos de organização das mulheres da maior central do país.

 

“Estamos passando por um dos piores períodos desde a criação da CUT. Nossos direitos estão sendo arrancados e quem mais vai sofrer são as trabalhadoras. A história da organização das mulheres nos faz ter certeza que juntas podemos barrar os retrocessos impostos por este governo golpista”, contou a primeira mulher eleita Presidenta da Central em Santa Catarina (SC).

 

Secretária da Mulher Trabalhadora na CUT, Junéia Martins Batista, participou do encontro e trouxe para as mulheres um histórico das trabalhadoras dentro da central. “Quando a gente vê a nossa história, a gente percebe do quanto somos capazes!”

Junéia ressalta que agora em 2017 o centro do furacão é a reforma da previdência que vai atingir primeiro as mulheres e em especial as mulheres rurais. “Temos muitas lutas e não vamos deixar nos abalar, em respeito a toda história das mulheres que já batalharam pelo que temos hoje, por todas as mulheres trabalhadoras, por Dona Marisa, nós vamos lutar”, referindo-se a ex-primeira dama, Marisa Letícia, que faleceu no mesmo dia da atividade.

 

 

Violência Contra Mulher é o mundo que a gente não quer

No debate o tema de violência contra as mulheres também foi debatido. A Secretaria de Mulheres da CUT-CE, Ozaneide de Paula, trouxe a experiência dos trabalhos das mulheres ativistas do Ceará, que criaram rodas de conversa com as mulheres vítimas de violência. Para ela é preciso que esse debate seja visto como uma questão política, social e cultural. “As mulheres precisam sentir que unidas podem sair desse ciclo de violência”.

 

Planejamento

Na manhã do dia 3 de fevereiro ficou reservada para o planejamento das ações para as mulheres cutistas. De forma coletiva elas escolheram quais temas deviam ser tratados ao longo dos anos e como criar ações para que relatos de violência e preconceito contra as mulheres sejam situações extintas da sociedade.

Sueli Silvia Adriano, Secretaria da Mulher Trabalhadora da CUT-SC ficou feliz do envolvimento das mulheres na atividade. “Desafios, desabafos, abraços e companheirismo. Talvez essas palavras definam o nosso encontro. Agora precisamos tirar do papel o que pensamos fazer. Trabalho e luta não nos faltará, mas garra e energia nós temos”, destacou Sueli.

Fonte: CUT Nacional

 
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