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Paim: Resultado do julgamento mostra que Dilma não cometeu crime político
opositores de Dilma não conseguiram os 54 votos necessários para cassar os direitos políticos de Dilma
01/09/2016


Após o Senado Federal confirmar a perda definitiva do mandato da presidenta Dilma Rousseff, 39 senadores decidiram, em uma segunda votação na tarde desta quarta-feira (31), manter os direitos políticos dela. O placar dessa segunda votação foi de 42 votos favoráveis à inabilitação de Dilma para ocupar cargos públicos por oito anos, 36 contrários e três abstenções. Apesar de obter a maioria, a proposta de cassar temporariamente os direitos políticos de Dilma não foi aprovada pois era necessário o apoio de dois terços do Senado, ou seja, 54 parlamentares.

O senador Paulo Paim (PT-RS) - que mais uma vez entra para a história por ter sido o único dos três senadores gaúchos a rejeitar o golpe - lamentou o resultado do julgamento da presidente afastada, mas observou, no entanto, que a rejeição à inabilitação de Dilma Rousseff para funções públicas provou que a petista não cometeu nenhum crime. Na avaliação de Paim, a aprovação do impeachment foi uma decisão política de um grupo que queria chegar ao poder. Para ele, ao votar o destaque apresentado pelos apoiadores da presidenta afastada, permitindo que Dilma continuasse "ficha limpa" e ficasse livre para concorrer a qualquer cargo, prova que o sentimento de um bom número de senadores que aprovaram o impeachment é de que a presidenta não havia cometido nenhum crime, o que reforça a tese do golpe.

Logo após a votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o senador Acir Marcos Gurgacz (PDT-RO) confessou que, embora tenha votado a favor do afastamento definitivo da petista, ele e outros senadores entendiam que ela era inocente porque não houve crime de responsabilidade, mas que teriam votado pelo impeachment para garantir a "governabilidade" e que "a volta da presidenta nesse momento poderia causar um transtorno ainda maior para a economia brasileira".

 
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