Notícias
 
Governo federal mexe em direitos previdenciários e movimento sindical protesta
Pacote de Levy dificulta o acesso aos benefícios, principalmente para os mais jovens, os menos especializados e os pior remunerados, mais sujeitos à alta rotatividade
28/01/2015


A fim de combater fraudes e cortar R$ 18 bilhões nas despesas da União, parte do ajuste fiscal necessário para atingir um superávit primário de 1,2% do PIB, o governo federal editou duas medidas provisórias (664 e 665) que dificultam o acesso ao seguro-desemprego, ao abono salarial, à pensão por morte, ao auxílio-doença e ao seguro-defeso pago aos pescadores no período de proibição da sua atividade.

O governo também vetou a correção de 6,5% na tabela do Imposto de Renda das pessoas físicas, mantendo o reajuste antes firmado de 4,5%, inserindo mais assalariados de baixa renda na lista de pagadores. Por fim, anunciou medidas de aumento de tributos para reforçar a arrecadação e facilitar a retomada do crescimento, como o retorno da Cide e a elevação do PIS e Cofins sobre os combustíveis, encarecendo principalmente a gasolina, o etanol e o diesel.

Embora lideranças tenham dito que o governo recuaria em alguns pontos, o novo ministro da Economia, Joaquim Levy, manteve as duas medidas provisórias e não deu sinais de que consideraria as propostas do movimento sindical, que é taxar as grandes fortunas e combater a alta rotatividade de emprego do país. “O pacote do Levy corrige muito pouco as fraudes e os desvios, e atinge em cheio os mais frágeis. Dificulta o acesso aos benefícios principalmente para os mais jovens, os menos especializados e os pior remunerados, mais sujeitos à rotatividade”, afirmou a dirigente da CUT, Carmem Foro.

Por este motivo, a CUT e outras centrais se mobilizaram em nível nacional para denunciar e protestar contra as medidas. No dia 28 de janeiro, organizaram em todo o país o Dia Nacional de Luta em defesa dos Empregos e dos Direitos. Aqui na região, a mobilização foi realizada em frente ao prédio do Ministério do Trabalho, reunindo cerca de dois mil manifestantes de várias categorias, inclusive metalúrgicos. Na ocasião, um documento foi entregue ao Superintendente Regional do Trabalho contendo as reivindicações da classe trabalhadora gaúcha.

Agora o movimento sindical vai fazer pressão no Congresso Nacional para derrubar as medidas provisórias e realizar uma grande marcha em Brasília, no próximo dia 26 de fevereiro, para pressionar o governo e os parlamentares.

A luta continua!

 
Veja também
 
 
Ramais - SEDE STIMEPA
  • Telefone Principal: (51) 3371-9000
  • Saúde do Trabalhador - Ramal 9025
  • Cobrança - Ramal 9023 e 9028
  • Jurídico - Ramal 9029
  • Homologação - Ramal 9046
  • Secretaria Geral - Ramal 9026
  • Administrativo/Financeiro - Ramal 9018
 
Redes Sociais
 
 
Folha Metalúrgica
 
Assista
 
Escute
Escolha o áudio abaixo...

 
Boletim Eletrônico
Receba em seu e-mail o boletim eletrônico e informes do Sindicato

Não quero mais participar
 
Veja Também
 
 
O Sindicato
  Institucional
  História
  Diretoria
  Base do Sindicato
  Subsedes
  Aposentados
  Colônia de Férias
  Lazer
Serviços
  Benefícios para Associado
  Tesouraria
  Jurídico
  Homologação
  Médico
Convenções
  Metalurgia
  Reparação de Veículos
  Máquinas Agrícolas
Galerias
  Fotos
  Vídeos
  Escute
  Notícias
  Opinião do Sindicato
  Folha Metalúrgica
  Publicações
CNM  FTM RS  CUT
 
Stimepa - Sindicato dos Metalurgicos de Porto Alegre
Av. Francisco Trein, 116 - Cristo Redentor - CEP 91350-200
Telefone: (51) 3371.9000 - Porto Alegre - RS
 
Omega Tecnologia