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Segundo pesquisa, mais de 40 mil jovens podem ser assassinados antes dos 19 anos
Segundo o Índice de Homicídios na Adolescência (IHA), divulgado nesta quarta-feira (28), a chance de um adolescente negro ser assassinado é 2,96 vezes maior do que os brancos
29/01/2015


Entre 2013 e 2019, mais de 40 mil jovens que residem em cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes correm o risco de ser assassinados antes de completarem 19 anos de idade. Esta é a estimativa do Índice de Homicídios na Adolescência (IHA) divulgado nesta quarta-feira (28).

Em outras palavras, para cada grupo de mil pessoas com 12 anos completos em 2012, 3,32 correm o risco de serem assassinadas antes de atingirem os 19 anos de idade. A taxa representa um aumento de 17% em relação a 2011, quando o IHA chegou a 2,84.

A região Nordeste é a que tem a maior incidência de mortes desta faixa etária, com um índice igual a 5,97. O Sudeste possui o menor valor, com uma perda de 2,25 jovens em cada mil.

Cor da pele

O estudo indica ainda que a maior vulnerabilidade está na cor da pele. A chance de um adolescente negro ser assassinado é 2,96 vezes maior do que os brancos. Quando se trata de um jovem negro do sexo masculino, o risco é 11,92 vezes maior ao das mulheres negras.

Políticas Públicas

Para mudar essa realidade, a Secretaria de Direitos Humanos anunciou a criação de um Grupo de Trabalho Interministral que vai elaborar um Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Letal de Crianças e Adolescentes. O plano vai se inserir nas propostas do governo federal para assumir a responsabilidade pela segurança pública ao lado dos estados e municípios.

"Se nada for feito, nós teremos as 42 mil mortes. A proposta do pacto é uma urgência. É uma ação do governo federal na construção de um plano nacional para prevenir as mortes de adolescentes e acabar com esse ciclo de violência", afirmou a ministra dos Direitos Humanos Ideli Salvatti, durante a apresentação dos dados.

Dados

O IHA levou em conta informações de 288 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes. O levantamento tem como base os dados dos Censos 2000 e 2010, do IBGE, e do Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde.

O estudo foi produzido pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Observatório de Favelas e o Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (LAV-UERJ).

A pesquisa na íntegra está disponível em www.prvl.org.br

 


Fonte: Brasil de Fato

 

 
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